Estar sempre em busca de novas técnicas para melhorar o atendimento ao paciente é uma das funções dos farmacêuticos. Afinal, é o contato com o paciente desde a sua chegada no atendimento do balcão farmacêutico, seja por meio de indicação médica ou vontade própria, que inicia o cuidado com a saúde do paciente. Nesse sentido, podemos falar sobre o cuidado farmacêutico, que abrange uma série de medidas já presentes nas unidades de saúde pública.

Apesar de um conceito mais conhecido no ambiente de Sistema Único de Saúde (SUS), as farmácias magistrais também podem implementar o processo. Sendo assim, uma oportunidade para criar um diferencial farmacêutico de atuação com os pacientes que chegam até a farmácia. Então, que tal conhecer o que é o cuidado farmacêutico? Continue a leitura!

O que é cuidado farmacêutico?

Projetado para o serviço público, o cuidado farmacêutico é uma prática em que são oferecidos uma variedade de serviços farmacêuticos ao paciente. Aliás, não só para ele, mas também para sua família e comunidade. Em resumo, consiste em aliar as ações de outros profissionais da saúde com o farmacêutico. 

Com foco no usuário, ou seja, no paciente, o cuidado farmacêutico pretende atender todas as suas necessidades. O que isso significa? É promover o cuidado com a saúde, assegurar bem estar físico e mental, orientar e prevenir sobre os problemas de saúde. Para isso, o farmacêutico utiliza todos os recursos que têm a mãos, desde a farmacoterapia até a orientação sobre o uso correto dos medicamentos. 

O cuidado farmacêutico na prática

A primeira etapa do cuidado farmacêutico é basicamente a chegada do paciente até o farmacêutico. Isso pode ser por indicação médica, serviços de atendimento ao paciente ou por solicitação própria. Neste momento, é responsabilidade do farmacêutico identificar o paciente e sua demanda.

Em seguida, é feita a conhecida anamnese farmacêutica, ou seja, todo o procedimento de coleta de dados, informações sobre a saúde e tratamentos médicos que o paciente possa estar fazendo. Como você sabe, quanto mais detalhes, melhor para a realização da orientação farmacêutica.

Por último, é hora de atrair o paciente para o plano de cuidado. Essa etapa é fundamental para explicar quais serão as intervenções e como elas poderão ajudar o paciente a solucionar seu problema. Portanto, a participação do paciente se faz essencial para que ele entenda os métodos e condutas do farmacêutico. Aliás, isso é essencial para que se tenha mais adesão ao tratamento.

Mas, o trabalho do farmacêutico não para aí. Ele deve realizar um monitoramento da evolução do quadro clínico do paciente, conferir resultados e verificar se serão necessárias mudanças. Isso é feito em uma consulta com o paciente ou contato com o mesmo.

Por que as farmácias magistrais devem investir nesse cuidado?

Aprimorar o relacionamento e os modos de oferecer assistência à saúde para os clientes, cria um diferencial competitivo para a farmácia. Sendo assim, o paciente percebe que a atenção é de qualidade, o farmacêutico tem seu serviço valorizado,  e a soma desses fatores pode fazer a diferença no tratamento médico.

Além disso, as farmácias magistrais também promovem o uso consciente de medicamentos, tarefa essencial nos dias de hoje. Assim como, também educam os pacientes sobre os tratamentos médicos. Além de também se posicionarem como agentes de promoção à saúde na comunidade. 

Com o objetivo de melhorar esse atendimento ao paciente, a farmácia deve contar com ativos e suplementos, capazes de reforçar a saúde destes. Ter uma boa variedade de matérias-primas farmacêuticas agrega valor às fórmulas magistrais, além de proporcionar a oferta de soluções ainda mais personalizada para o problema do paciente.

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Referências: SUS MG e CFF