A estabilidade de medicamentos avalia se o fármaco manipulado sofreu alterações durante a produção ou armazenamento, o que pode provocar mudanças nas características, como odor, sabor, cor, aspecto e etc.

A estabilidade depende de múltiplos fatores, como temperatura, luz, umidade, propriedades químicas e físicas, processo de fabricação e material da embalagem em que será armazenado. Para manter essa estabilidade, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) analisa e determina o prazo de validade dos medicamentos, que é o prazo em que ele pode ser comercializado e utilizado pela população.

A qualidade dos medicamentos não depende somente dos processos de manipulação e dos ativos, depende também da ação dos excipientes utilizados. Saiba mais!

Como garantir a estabilidade de medicamentos?

Para garantir a estabilidade de medicamentos é preciso sempre escolher os excipientes certos na hora da manipulação, de acordo com o seu desempenho. Ele nada mais é que uma substância adicionada na prescrição para conferir a consistência ou forma do medicamento.

Os excipientes têm a função de solvente, preenchedor e diluente, além de dar volume e peso ao medicamento. Uma alternativa para manter sempre a estabilidade de medicamentos é o uso dos excipientes Celulomax®.

Estes são desenvolvidos tecnologicamente para cápsulas, assegurando o efeito farmacológico dos ativos. Além disso, não utilizam nenhum material que possa ser alergênico (glúten, lactose, etc).

Quais as vantagens do uso de Celulomax®?

As vantagens do uso de Celulomax® são várias e a principal é o fato de trazer a mistura certa para os ativos. Assim, a farmácia não precisa utilizar um excipiente para cada ativo.

Dessa forma, reduz custo, tempo, mão de obra e processo. Outras vantagens são:

  • Mantêm a estabilidade dos ativos;
  • Possuem boa fluidez;
  • Proporcionam a precisão da dose, pela distribuição facilitada das partículas presentes nos ativos;
  • Diminuem o tempo de processo;
  • São inertes fisiologicamente;
  • Possuem especificação técnica e laudo;
  • Fazem a modulação a biodisponibilidade e solubilidade.

Além disso, estão dentro das legislações sanitárias e classificações biofarmacêuticas.

Quais são os tipos de Celulomax®,

Existem 4 tipos de excipientes Celulomax®, com composição e indicação de uso diferentes:

Celulomax HG

Indicado para os ativos higroscópicos (por exemplo, cloridrato de ranitidina), oferecendo maior resistência. Usado na Ranitidina, L- Carnitina e Tribulus terrestris.

Celulomax E

Indicado para cápsulas com fármacos de baixa solubilidade e ajuda na dissolução do ativo. Usado na Carbamazepina, Haloperidol, Espironolactona e Ibuprofeno.

Celulomax LM

Indicado para os ativos de liberação lenta com o diclofenaco sódico, age liberando diclofenaco das cápsulas, promovendo uma dissolução lenta em seu conteúdo, minimiza também os efeitos adversos dos ingredientes. Usado no Ácido nicotínico, Memantina, Glimepirida, Diclofenaco sódico, e Pentoxifilina.

Celulomax SL

Indicado para ativos de alta solubilidade e promove a desintegração dos ativos sem qualquer interferência na dissolução. É utilizado na Amitriptilina, Atenolol, Prometazina e Captopril.

Os excipientes foram avaliados em laboratório, assegurando mais qualidade e resolvendo assim, as necessidades da farmácia de manipulação. São excipientes simples, multiuso, de alta funcionalidade e confiáveis, mantendo assim, a estabilidade de medicamentos.

E mais! Celulomax® tem uma validade maior que os excipientes comuns e também apresenta o ensaio microbiológico no laudo.

Entre em contato e saiba mais!

Referências: Portal Educação e Embrafarma.