Os desafios em diferentes aspectos da vida faz parte do desenvolvimento humano. Para enfrentar esses obstáculos, a inteligência emocional é uma das melhores habilidades que uma pessoa pode adquirir. E para quem é gestor de um negócio, como a farmácia, essa responsabilidade é maior.

Apesar de que no mundo dos negócios, competências como os estudos e a experiência em nichos de mercado como o farmacêutico, sejam fatores muito valorizados, a saúde pessoal vêm se tornando importante. Afinal, não se pode investir tempo e energia sem ter o mínimo: saúde física e mental. No artigo de hoje, vamos falar desse segundo fator, a saúde mental, em especial, a inteligência emocional.

Para muitos o termo ainda pode ser novo ou podem pairar dúvidas sobre o seu significado. Continue a leitura para entender melhor!

O QUE É INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Buscamos uma fonte confiável e segura para explicar o que é inteligência emocional. Peter Salovey e John D. Mayer são dois autores conhecidos pelas suas experiências no estudo do conceito, e eles o definem assim:

[…] envolve a capacidade de perceber acuradamente, de avaliar e de expressar emoções; a capacidade de perceber e/ou gerar sentimentos quando eles facilitam o pensamento; a capacidade de compreender a emoção e o conhecimento emocional; e a capacidade de controlar emoções para promover o crescimento emocional e intelectual.

Como você deve ter percebido, as emoções fazem parte de muitos momentos da vida dos indivíduos. Saber ler os próprios sentimentos e lidar com eles é um dos primeiros passos.

Nesse sentido, a inteligência emocional também se trata de relacionar-se com os outros. Ou seja, ter a capacidade de observar os sentimentos dos outros, dialogar sobre eles e encontrar vias de troca. Sendo assim, para fazer a gestão de um empreendimento, a inteligência emocional é fator-chave.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NA GESTÃO DA FARMÁCIA?

Um negócio vai muito além dos números.  Ao mesmo tempo que eles são os dados para uma leitura sobre a saúde do negócio, eles não ilustram as relações interpessoais. Aliás, é necessário lembrar que, ao final, um negócio se trata de quem está por trás dele, as pessoas. No caso do ramo de saúde, este ponto é ainda mais relevante.

A gestão de farmácia está incluída no setor da saúde e implica munir-se de ferramentas para o cuidado do bem-estar das pessoas, ou seja, o relacionamento com o cliente. Mas, não basta oferecer a melhor assistência, é preciso também olhar para dentro da farmácia. Os próprios colaboradores possuem necessidades que devem ser entendidas para que o negócio prospere. Mas como fazer isso? Entenda abaixo.

SE CONHEÇA E DIRECIONE SUAS EMOÇÕES

O contato diário com colaboradores, parceiros da farmácia e clientes, exige que o gestor tenha inteligência emocional para lidar com diferentes públicos. Cada um possui uma expectativa diferente e, manter um bom relacionamento, é essencial. Por isso, o cuidado com a própria saúde mental e a prática da empatia são técnicas que devem ser exercidas diariamente, para que todos possam crescer juntos.

OUÇA AS PESSOAS

Criar um ambiente de abertura e cuidado entre todos faz com que seus membros estejam mais dispostos a falar. É por aí que começamos. Primeiro, criar espaços seguros de compartilhamento e segundo, praticar a escuta ativa. Demonstre à equipe farmacêutica que suas sugestões e reclamações são prioridade.

DELEGUE TAREFAS

A inteligência emocional também consiste em acreditar nos outros. Se soltar das inseguranças faz parte de engajar o time. Ao mesmo tempo, incentiva os colaboradores a enfrentar desafios, possibilitando que eles possam desenvolver sua própria inteligência emocional frente às adversidades. 

INCENTIVE VIVER O PRESENTE

É comum que gestores farmacêuticos e equipes estejam preocupados em bater metas de vendas e criar eventos de sucesso. Essa exigência pode levar algumas pessoas ao estresse, pela preocupação do futuro. Por isso, o ideal é que o gestor farmacêutico traga sua equipe para a realidade: fazer o que está ao alcance hoje,  e cumprir as etapas progressivamente, para chegar ao ideal.

 As variáveis e crises sempre vão existir. Saber lidar com elas sem deixar o psicológico sucumbir é fundamental. Isso garante melhores tomadas de decisão e mais chances do negócio crescer. 

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Referências: Ser e Profat