Saiba como garantir a segurança de medicamentos fitoterápicos

É muito comum que, cada vez mais, pessoas busquem tratamentos alternativos de saúde. Sabendo disso, entender como funciona a segurança de medicamentos fitoterápicos é essencial para garantir que tudo seja feito da maneira correta, sem colocar em risco a saúde dos clientes da farmácia.

Assim, para que possam ser usados, esse tipo de tratamento necessita que exista uma série de estudos científicos, com análises precisas e resultados comprobatórios da eficácia do medicamento. Do contrário, os efeitos gerados com a medicação podem ser, até mesmo, inversos.

Contudo, você sabe como é possível entender e garantir essa segurança? Se você quer entender melhor antes de oferecer os fitoterápicos aos seus clientes, continue a leitura!

Como garantir a segurança de medicamentos fitoterápicos?

Os medicamentos baseados no uso de plantas, ao longo dos anos, ganharam cada vez mais importância no setor farmacêutico. Em uma divulgação do Ministério da Saúde, na última década, o número de projetos de estudo para o uso dos mesmos praticamente dobrou em comparação ao ano anterior.

A evolução está muito ligada à importância em adotar medidas menos agressivas para o organismo humano e sem causar tanto impacto como determinados medicamentos sintéticos. Entretanto, com esse crescimento, também notamos a adoção de medidas que visam estudar e pesquisar a segurança dos medicamentos fitoterápicos.

Portanto, para sua utilização, deve-se garantir que a transformação de uma planta consiga priorizar a preservação dos seus princípios ativos. Consequentemente, obtém-se a ação farmacológica quando os estudos avaliam a manutenção da integridade química do vegetal.

Entre os tipos de estudos feitos que fazem essa verificação, estão: botânicos, agronômicos, fitoquímicos, farmacológicos e toxicológicos. Eles precisam apresentar dados que forneçam a interpretação suficiente para garantir que a aplicação em um tratamento seja eficaz.

Como funciona o registro de segurança de medicamentos fitoterápicos?

Portanto, nenhum medicamento dessa natureza pode ter a venda sem a comprovação, com a autorização para o uso em tratamentos de qualquer tipo de doença. O órgão brasileiro que emite essa validação é a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Vender esses produtos em sua farmácia sem o registro é passível de multas, além de apreensão da mercadoria.

O registro é constituído conforme a norma sanitária RDC nº 14/2010. É a partir dela que entendemos quais são os níveis de exigências esperadas por esses medicamentos e, também, qual o nível de semelhança com os medicamentos produzidos sinteticamente em laboratórios.

Chronic®

Um exemplo que passou por esse estudo e testagem foi o Chronic®. Trata-se de um extrato vegetal padronizado de Geranilgeraniol e Delta Tocotrienol extraídos do Urucum, um fruto do bioma amazônico proveniente da planta Bixa Orellana L. e desempenha papel fundamental na prevenção e manutenção do sistema musculoesquelético, uma vez que seus dois ativos
principais, o Geranilgeraniol e o Tocotrienol, apresentam importante função anti-inflamatória, antioxidante, na modulação hormonal e na síntese de colesterol. Ainda, possui o sistema de patenteamento Evolve®, que tem como principais caraterísticas a disponibilização de compostos naturais extraídos de plantas na forma sólida, garantindo a proteção dos ácidos graxos insaturados, a preservação de fitoativos não graxos, o aumento da absorção gástrica ou intestinal dos fitoativos e uma melhor bioabsorção.

O Geranilgeraniol (all trans-3, 7, 11, 15-tetrametilhexadecatetra-2, 6, 10, 14-em-1-ol)
é um importante componente da via do Mevalonato, cuja finalidade é a síntese de colesterol, é um intermediário na biossíntese das vitaminas A, E e K, hormônios (testosterona e progesterona), coenzima Q10 (CoQ10) e colágeno do tipo I, que são elementos essenciais na construção musculoesquelética e na modulação da inflamação e do estresse oxidativo. Ademais, os Tocotrienóis, por sua vez, são membros da família da vitamina E, um nutriente essencial, lipossolúvel, que compõem as membranas celulares. Assim, dentre suas atividades, podemos destacar seu papel como atividade antioxidante, neuroprotetora, hipocolesterolêmica, anticancerígena, anti-inflamatória e óssea.

Sobretudo, garantir a segurança de medicamentos fitoterápicos não é apenas uma mera burocracia. É a ação necessária para entender se os mesmos podem substituir outros tipos de medicamentos, além das reações geradas no organismo humano — entendendo, até mesmo, se o medicamento pode gerar efeitos negativos no corpo.

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